quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Wallpaper lúdico de novembro
Taí a versão do wallpaper calendário de novembro, estava meio sem criatividade então espero que vocês gostem dele assim mesmo.
domingo, 1 de novembro de 2009
Sab. 31 - Castelo das Peças
Halloween rolando pela cidade, manhã de sol com chuva logo depois do almoço, a boa pedida foi ir para o Castelo das Peças no SESC.
Como estava cheio de tarefas para de manhã (leia-se comprar material de construção para o novo ap.) só tive tempo de ir ao Castelo de tarde, mas foi bem legal assim mesmo e deu pra jogar alguma coisa.

A mesa cada vez mais maneira de Pitch-car.
Como sempre casa cheia, muita mulecada (sentimos falta de mais jogos da Haba para apresentar aos mais novinhos) e 3 salas ocupadas com jogos de tabuleiro, pois a galera do Warhammer dessa vez não pintou.
Rolou de tudo um pouco nas muitas mesas. Tivemos entre as novidades Endeavor e Ad Astra, as mesas non-stop de Loopin' Louie e Pitch-car fora os clássicos Catan e Carcassonne.

A mesa animada do Diamond Club.
Agora vamos as paradas que eu consegui jogar. Logo de cara consegui pegar uma mesa com um jogo que eu tava muito na pilha de conhecer, o Diamonds Club.
No jogo somos negociadores de pedras preciosas cujo objetivo é fazer com que nosso clube de campo seja o mais imponente, para isso temos que construir as coisas mais maneiras (como coretos, jardins suntuosos, viveiros para pássaros raros).
A mecânica do jogo é muito interessante, funciona como um "money-placement", onde as moedas são responsáveis pela execução das ações escolhidas, só que as paradas ficam mais caras conforme você vai alocando suas moedas, e em toda rodada a forma como as ações são distribuidas também muda. Muito bem sacado e diferente do que estamos acostumados a ver.

Os dinos se multiplicando no divertido EVO.
A partida foi bem legal, com todos na mesa se amarrando no jogo. No final vitória do Flávio, comigo em segundo, Filipe em terceiro e Rogério em último.
Depois dessa o Bruno se juntou a nossa mesa e jogamos um EVO. Esse é um grande clássico da época em que eu conheci os jogos europeus e ainda hoje é um jogo que eu gosto muito.
Ele é um jogo do autor do Vinci/Small World e tem alguma semelhança com ele(s). No jogo somos raças de dinossauros que vão ganhando evoluindo genéticamente (ganhando chifres para combater melhor ou pernas para melhor locomoção) e se reproduzindo para ganhar pontos pelo tabuleiro. Mas temos que ficar atentos com as mudanças climáticas, que podem sacrificar os nossos filhotes.

Uma geral da galera se divertindo no Castelo.
A arte (bem cartunesca) e até mesmo o tema fazem com que esse bom jogo passe desapercebido, mas com certeza quem tiver a oportunidade de jogar uma partida de EVO vai descobrir um grande jogo. Nessa o Flávio ganhou, eu e o Rogério dividimos a segunda colocação com o Filipe em terceiro e o Bruno em último.
Com já estava perto do final do evento, rolou uma partida com mesa cheia, do Hoppladi Hopplada!, joguinho divertido de dados. Vitória do Shamou para coroar o anfitrião/organizador do evento.
Como estava cheio de tarefas para de manhã (leia-se comprar material de construção para o novo ap.) só tive tempo de ir ao Castelo de tarde, mas foi bem legal assim mesmo e deu pra jogar alguma coisa.

A mesa cada vez mais maneira de Pitch-car.
Como sempre casa cheia, muita mulecada (sentimos falta de mais jogos da Haba para apresentar aos mais novinhos) e 3 salas ocupadas com jogos de tabuleiro, pois a galera do Warhammer dessa vez não pintou.
Rolou de tudo um pouco nas muitas mesas. Tivemos entre as novidades Endeavor e Ad Astra, as mesas non-stop de Loopin' Louie e Pitch-car fora os clássicos Catan e Carcassonne.

A mesa animada do Diamond Club.
Agora vamos as paradas que eu consegui jogar. Logo de cara consegui pegar uma mesa com um jogo que eu tava muito na pilha de conhecer, o Diamonds Club.
No jogo somos negociadores de pedras preciosas cujo objetivo é fazer com que nosso clube de campo seja o mais imponente, para isso temos que construir as coisas mais maneiras (como coretos, jardins suntuosos, viveiros para pássaros raros).
A mecânica do jogo é muito interessante, funciona como um "money-placement", onde as moedas são responsáveis pela execução das ações escolhidas, só que as paradas ficam mais caras conforme você vai alocando suas moedas, e em toda rodada a forma como as ações são distribuidas também muda. Muito bem sacado e diferente do que estamos acostumados a ver.

Os dinos se multiplicando no divertido EVO.
A partida foi bem legal, com todos na mesa se amarrando no jogo. No final vitória do Flávio, comigo em segundo, Filipe em terceiro e Rogério em último.
Depois dessa o Bruno se juntou a nossa mesa e jogamos um EVO. Esse é um grande clássico da época em que eu conheci os jogos europeus e ainda hoje é um jogo que eu gosto muito.
Ele é um jogo do autor do Vinci/Small World e tem alguma semelhança com ele(s). No jogo somos raças de dinossauros que vão ganhando evoluindo genéticamente (ganhando chifres para combater melhor ou pernas para melhor locomoção) e se reproduzindo para ganhar pontos pelo tabuleiro. Mas temos que ficar atentos com as mudanças climáticas, que podem sacrificar os nossos filhotes.
Uma geral da galera se divertindo no Castelo.
A arte (bem cartunesca) e até mesmo o tema fazem com que esse bom jogo passe desapercebido, mas com certeza quem tiver a oportunidade de jogar uma partida de EVO vai descobrir um grande jogo. Nessa o Flávio ganhou, eu e o Rogério dividimos a segunda colocação com o Filipe em terceiro e o Bruno em último.
Com já estava perto do final do evento, rolou uma partida com mesa cheia, do Hoppladi Hopplada!, joguinho divertido de dados. Vitória do Shamou para coroar o anfitrião/organizador do evento.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Resenha : GIPF Project - Parte 1
Quem me conhece sabe o quanto eu sou apreciador dos jogos abstratos, sejam eles completamente sem tema (Blokus e Rumis) ou com um tema "colado" (Factory Fun e Zack & Pack), então é de se estranhar que eu tenha demorado tanto para conhecer a série GIPF.
O GIPF Project consiste em uma série de 7 jogos para 2 pessoas criados por Kris Burm e todos eles tem mecânicas super interessantes, são desafiadores e potencialmente "queimadores de mufa" conforme os jogadores vão ficando bons.
Vou começar minha série de pequenas resenhas falando do YINSH e do ZÈRTZ.

MECÂNICA : O Yinsh é o 6º título do projeto e o mais bem conceituado no BGG (37º). Nele a mecânica consiste em os jogadores colocarem no tabuleiro inicialmente 5 aneis de cada cor, a partir daí toda vez que movemos os aneis no tabuleiro eles vão deixando discos da cor do jogador, e quando pulamos algum disco que já esteja no tabuleiro esse muda de cor.
A cada vez que conseguirmos colocar 5 discos em linha da nossa cor, tiramos esses discos do tabuleiro e junto com ele um dos nossos aneis. O primeiro jogador a retirar 3 aneis ganha o jogo.

DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : O jogo é fantástico e tem uma rejogabilidade absurdamente alta. Como toda a série de jogos abstratos "cabeça", esse você vai vendo formas melhores de jogar a cada partida, e quando achar que está bom, jogue uma on-line com o povo hard-core, aí você vai ver que não tá dando nem pro cheiro ainda.
NOTA DO YINSH : 8,5

MECÂNICA : o Zèrtz foi o primeiro da série que eu joguei (e é o terceiro do projeto), e foi paixão a primeira vista. O jogo é visualmente lindo e tem uma mecânica bem diferente (ainda que remeta a antigos jogos).
Nesse temos vários aneis que formam o tabuleiro, e bolas em três cores (branca, cinza e escura). Na sua rodada o jogador coloca uma das bolas E retira um dos aneis ou é obrigado a "comer" umas das bolas (como na Dama) se essa jogada já tiver armada. Ganha o jogo quem conseguir fechar o set de bolas primeiro.

DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : Esse é outro excelente jogo. Também com uma curva de aprendizado impressionante, o que vai garantir fácil algumas centenas de partidas.
NOTA DO ZÈRTZ : 8,5
O GIPF Project consiste em uma série de 7 jogos para 2 pessoas criados por Kris Burm e todos eles tem mecânicas super interessantes, são desafiadores e potencialmente "queimadores de mufa" conforme os jogadores vão ficando bons.
Vou começar minha série de pequenas resenhas falando do YINSH e do ZÈRTZ.

MECÂNICA : O Yinsh é o 6º título do projeto e o mais bem conceituado no BGG (37º). Nele a mecânica consiste em os jogadores colocarem no tabuleiro inicialmente 5 aneis de cada cor, a partir daí toda vez que movemos os aneis no tabuleiro eles vão deixando discos da cor do jogador, e quando pulamos algum disco que já esteja no tabuleiro esse muda de cor.
A cada vez que conseguirmos colocar 5 discos em linha da nossa cor, tiramos esses discos do tabuleiro e junto com ele um dos nossos aneis. O primeiro jogador a retirar 3 aneis ganha o jogo.

DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : O jogo é fantástico e tem uma rejogabilidade absurdamente alta. Como toda a série de jogos abstratos "cabeça", esse você vai vendo formas melhores de jogar a cada partida, e quando achar que está bom, jogue uma on-line com o povo hard-core, aí você vai ver que não tá dando nem pro cheiro ainda.
NOTA DO YINSH : 8,5

MECÂNICA : o Zèrtz foi o primeiro da série que eu joguei (e é o terceiro do projeto), e foi paixão a primeira vista. O jogo é visualmente lindo e tem uma mecânica bem diferente (ainda que remeta a antigos jogos).
Nesse temos vários aneis que formam o tabuleiro, e bolas em três cores (branca, cinza e escura). Na sua rodada o jogador coloca uma das bolas E retira um dos aneis ou é obrigado a "comer" umas das bolas (como na Dama) se essa jogada já tiver armada. Ganha o jogo quem conseguir fechar o set de bolas primeiro.

DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : Esse é outro excelente jogo. Também com uma curva de aprendizado impressionante, o que vai garantir fácil algumas centenas de partidas.
NOTA DO ZÈRTZ : 8,5
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Heavy, Medium, Light.... qual o seu "peso"?
Noutro dia estava conversando com a galera sobre que tipo de jogos cada um prefere, aí resolvi escrever um pouco sobre os pesos dos jogos para ajudar a quem está começando a perceber qual o seu "perfil lúdico".
Vou dar uma visão pessoal de cada estilo e dizer qual o que eu curto mais (apesar de jogar os 3 sem distinção).

Um clássico dos jogos pesados Puerto Rico.
HEAVY GAMES : O que faz um jogo ser considerado pesado não é quantidade de pecinhas (ehehehehehe), o lance é o nível mental empregado na partida e o quanto de aprendizado cada partida proporciona.
Jogos como 18xx, Die Macher, Through the Ages, Civilization (o da Avalon Hill), Puerto Rico, Brass entre outros são bons exemplos de jogos assim. Partidas desse jogos costumam ser mais longas que as habituais e requerem concentração e conhecimento das manhas.
Você só se torna um bom jogador dessa linha de jogos com a prática. Não queira sentar numa mesa de Through the Ages com jogadores experientes e ganhar de primeira (não que seja impossível, mas é muito raro). É a segunda categoria que eu mais gosto, gostaria de ter mais tempo para ficar fera em alguns jogos.

Pra mim o melhor jogo de todos, El Grande.
MEDIUM GAMES : Os jogos médio geralmente são mais divertidos e menos "cabeçudos", mas isso não faz com que eles deixem de ser estratégicos e desafiadores.
Na minha lista de jogos médios entram El Grande, Steam, Dominion, Endeavor, Kingsburg, Memoir '44 entre outros. As partidas fluem melhor e constumam ser mais rápidas, na maioria dos casos a apresentação dos jogos também é mais vistosa e caprichada.
Essa é a linha de jogos que eu mais gosto, primeiro por que são mais gostosos de jogar, depois por que é mais fácil você se tornar um bom jogador em um deles do que nos jogos pesados.

Jogo leve e divertido, Thebes.
LIGHT GAMES : Essa é a linha mais apresentada ao público que está começando agora a conhecer os jogos de tabuleiro moderno. São também jogos mais fáceis de aprender e de se jogar.
Vão nessa categoria o Catan, Ticket to Ride, Thebes, Blokus, Carcassonne, Wings of War, Niagara entre outros. Nesses você pode jogar com uma atenção mais dispersa, geralmente as partidas são mais recheadas de bate-papo e qualquer jogador na mesa pode acabar ganhando, não necessariamente o melhor.

Um jogo que caminha entre o leve e o médio, Taluva.
Na minha lista é a categoria que eu coloco em último, mas não quer dizer que eu não goste, pelo contrário, dificilmente recuso uma mesa de Catan. São naturalmente as "portas de entrada" para os novatos.
Existe ainda os fillers, que na verdade são jogos leves e rápidos que usamos mais para preencher os espaços entre uma e outra partida mais séria, ou enquanto esperamos alguma outra mesa acabar de jogar. Nessa linha temos uma infinidade de bons títulos: Sorry! Sliders, Crokinole, Escalation, Pickomino, FITS, Quoridor, Jenga e muitos outros.
Vou dar uma visão pessoal de cada estilo e dizer qual o que eu curto mais (apesar de jogar os 3 sem distinção).

Um clássico dos jogos pesados Puerto Rico.
HEAVY GAMES : O que faz um jogo ser considerado pesado não é quantidade de pecinhas (ehehehehehe), o lance é o nível mental empregado na partida e o quanto de aprendizado cada partida proporciona.
Jogos como 18xx, Die Macher, Through the Ages, Civilization (o da Avalon Hill), Puerto Rico, Brass entre outros são bons exemplos de jogos assim. Partidas desse jogos costumam ser mais longas que as habituais e requerem concentração e conhecimento das manhas.
Você só se torna um bom jogador dessa linha de jogos com a prática. Não queira sentar numa mesa de Through the Ages com jogadores experientes e ganhar de primeira (não que seja impossível, mas é muito raro). É a segunda categoria que eu mais gosto, gostaria de ter mais tempo para ficar fera em alguns jogos.
Pra mim o melhor jogo de todos, El Grande.
MEDIUM GAMES : Os jogos médio geralmente são mais divertidos e menos "cabeçudos", mas isso não faz com que eles deixem de ser estratégicos e desafiadores.
Na minha lista de jogos médios entram El Grande, Steam, Dominion, Endeavor, Kingsburg, Memoir '44 entre outros. As partidas fluem melhor e constumam ser mais rápidas, na maioria dos casos a apresentação dos jogos também é mais vistosa e caprichada.
Essa é a linha de jogos que eu mais gosto, primeiro por que são mais gostosos de jogar, depois por que é mais fácil você se tornar um bom jogador em um deles do que nos jogos pesados.
Jogo leve e divertido, Thebes.
LIGHT GAMES : Essa é a linha mais apresentada ao público que está começando agora a conhecer os jogos de tabuleiro moderno. São também jogos mais fáceis de aprender e de se jogar.
Vão nessa categoria o Catan, Ticket to Ride, Thebes, Blokus, Carcassonne, Wings of War, Niagara entre outros. Nesses você pode jogar com uma atenção mais dispersa, geralmente as partidas são mais recheadas de bate-papo e qualquer jogador na mesa pode acabar ganhando, não necessariamente o melhor.
Um jogo que caminha entre o leve e o médio, Taluva.
Na minha lista é a categoria que eu coloco em último, mas não quer dizer que eu não goste, pelo contrário, dificilmente recuso uma mesa de Catan. São naturalmente as "portas de entrada" para os novatos.
Existe ainda os fillers, que na verdade são jogos leves e rápidos que usamos mais para preencher os espaços entre uma e outra partida mais séria, ou enquanto esperamos alguma outra mesa acabar de jogar. Nessa linha temos uma infinidade de bons títulos: Sorry! Sliders, Crokinole, Escalation, Pickomino, FITS, Quoridor, Jenga e muitos outros.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Fillers de quinta-feira
Fala povo. Essen rolando, nova Math-trade Brasil, enfim, vamos as novidades da semana.
— Está aberta a 3ª Math-Trade Brasil. O Flávio Jandorno novamente está a frente do "evento" e já temos mais de 100 entradas com jogos no nível do Space-Hulk 3rd, Dominion : Seaside e muito mais coisa boa. Vale muito entrar e colocar alguma coisa para troca (lembrando que vale pingar um dinheirinho também).

Expansão do Agricola prontinha pra vender na Essen.
Foto Melissa da Lookout.
— Por falar no Dominion : Seaside, o Donald Vaccarino fez uma resenha super detalhada dessa nova expansão que promete dar uma mexida no gameplay do jogo.
— Começou ontem e vai até domingo a maior feira de jogos de tabuleiro do mundo, a Essen Spiel. São esperados mais de 500 lançamentos. Agora é só esperar as fotos.
— Está aberta a 3ª Math-Trade Brasil. O Flávio Jandorno novamente está a frente do "evento" e já temos mais de 100 entradas com jogos no nível do Space-Hulk 3rd, Dominion : Seaside e muito mais coisa boa. Vale muito entrar e colocar alguma coisa para troca (lembrando que vale pingar um dinheirinho também).
Expansão do Agricola prontinha pra vender na Essen.
Foto Melissa da Lookout.
— Por falar no Dominion : Seaside, o Donald Vaccarino fez uma resenha super detalhada dessa nova expansão que promete dar uma mexida no gameplay do jogo.
— Começou ontem e vai até domingo a maior feira de jogos de tabuleiro do mundo, a Essen Spiel. São esperados mais de 500 lançamentos. Agora é só esperar as fotos.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Resultado do Bolão International Game Awards
Esse fim-de-semana saiu finalmente a última premiação do International Game Awards e eu finalmente posso divulgar os vencedores.
Primeiro os vencedores do IGA: o Le Havre levou o de melhor jogo, o Day & Night o de jogo para 2 pessoas, agora na categoria histórica quem ganhou foi o Unhappy King Charles!.

No bolão ninguém acertou os 3 ganhadores, mas o amigo André Rego Viana acertou o Le Havre e o Unhappy King Charles e acabou levando para casa o LEONARDO DA VINCI. Parabéns André.
Já no sorteio entre os "palpiteiros" quem teve sorte foi o amigo Carlos Adriano Miranda Bandeira, que levou o DIE WEINHÄNDLER.
Os ganhadores receberão um mail pedindo o endereço e tals para os jogos serem enviados. Obrigado a todos pela participação, e aguardem que novas promoções vão pintar até o final do ano.
Primeiro os vencedores do IGA: o Le Havre levou o de melhor jogo, o Day & Night o de jogo para 2 pessoas, agora na categoria histórica quem ganhou foi o Unhappy King Charles!.

No bolão ninguém acertou os 3 ganhadores, mas o amigo André Rego Viana acertou o Le Havre e o Unhappy King Charles e acabou levando para casa o LEONARDO DA VINCI. Parabéns André.
Já no sorteio entre os "palpiteiros" quem teve sorte foi o amigo Carlos Adriano Miranda Bandeira, que levou o DIE WEINHÄNDLER.
Os ganhadores receberão um mail pedindo o endereço e tals para os jogos serem enviados. Obrigado a todos pela participação, e aguardem que novas promoções vão pintar até o final do ano.
Sáb. 17 - 3º Campo de Batalha das Peças
Os Vikings tentando arrumar recursos no Eketorp.
Sábado aconteceu no SESC a terceira edição do Campo de Batalha das Peças, evento voltado para os jogos tipicamente de "porrada". E não podia ter sido em data "melhor" pois o bicho tava pegando aqui no Rio.
Por conta disso e do feriadão o evento contou com umas 40 pessoas, o que não é pouco, mas ficou abaixo da média do SESC.
Mas vamos as mesas, na sala principal tínhamos Chaos in the Old World, Axis & Allies Miniatures, Endeavor e eu apresentei ao Groo o Battlelore Epic.
Porrada estancando no Battlelore Epic.
No Battlelore depois de um começo morno, com os exércitos de estudando, a porradaria estancou no meio do tabuleiro, eu estava com muito azar nas magias, tanto que joguei um Call Lightining que não conseguiu eliminar ninguém (8 lore tokens jogados fora).
No final uma estratégia mal pensada fez com que o Groo tivesse a oportunidade de finalizar o jogo, resultado 7 x 5 pra ele.
Depois disso sentei para conhecer o Eketorp. Nesse jogo somos vikings de tribos diferentes tentando captar recursos para construirmos, se chegarmos nos lugar e tiver recurso pra todo mundo beleza, se não, rola porrada.
Boa novidade da Fantasy Flight, Chaos in the Old World.
Partida disputada com os Vikings do Rodrigo ficando quietinhos e de repente fechando o jogo, com o Camilo em segundo, eu em terceiro, Rogério, Mayapur e Jean "Barby" fechando a lista.
Depois ainda rolaram umas partidas de "festa" uma de Kleine Gwitterhexe e RISK Express. Resultado mais um evento bacana com uma galera nova e o povo da antiga se divertindo.
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